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Aeroportos

Até novembro de 2017, carca de 104 milhões de passageiros haviam sido transportados em voos domésticos e internacionais segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Em 2016 foi registrado um total de 109,6 milhões de passageiros pagos no país, sendo 88,7 milhões em voos domésticos e 20,9 milhões em voos internacionais. Esse número representou uma retração de 6,9% em comparação com o ano anterior, a primeira após 13 anos consecutivos de crescimento. A quantidade de voos domésticos e internacionais reduziu em 11,4% e 7,9%, respectivamente.

A demanda no mercado internacional de passageiros para voos com origem ou destino no Brasil aumentou 80% desde 2007, com crescimento médio de 6,7% ao ano. Em 2016, entretanto, o transporte aéreo apresentou redução de 3,6% neste mercado, em relação a 2015, sendo a primeira queda desde 2009.

2011
Inclusão dos aeroportos internacionais de Brasília (DF) e de Guarulhos e Campinas, em São Paulo, no Programa Nacional de Desestatização.
 

2012
A Triunfo, por meio do consórcio Aeroportos Brasil, arremata o aeroporto de Campinas por R$ 3,8 bilhões, com concessão de 30 anos.
Os recursos arrecadados foram repassados ao Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC).O prazo de concessão é variável de aeroporto para aeroporto.
 

2014
O Governo Federal lança Medida Provisória para a criação do Programa de Desenvolvimento da Aviação Regional.
Os terminais internacionais  do Galeão, no Rio de Janeiro, e de Confins, em Minas Gerais, têm concessão arrematada em leilão.
O programa prevê investimentos de R$ 7,3 bilhões em 270 aeroportos regionais. A meta é que 96% dos brasileiros tenham acesso a um aeroporto em um raio máximo de 100 quilômetros de distância. 
 

2015
Programa de aviação regional do Governo Federal autoriza 55 anteprojetos e planeja adequar 270 aeroportos regionais para receber aviação regular, consolidando Brasil como 3º maior mercado de aviação doméstica do mundo.
 

2016
Após acordo com Planalto, Senado aprova novas regras para aviação civil e se compromete a vetar controle estrangeiro de empresas. Com aprovação da Medida Provisória, Infraero pode aumentar arrecadação. 
 

2017
Começam a valer as novas regras para o transporte aéreo de passageiros no país, aprovadas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Uma das mudanças permite que as companhias aéreas passem a cobrar dos passageiros pelas bagagens despachadas.

O Aeroporto Internacional de Viracopos é eleito pela sexta vez o melhor terminal aéreo do país na pesquisa de satisfação de passageiros realizada pela Secretaria de Aviação Civil (SAC). 

 

Energia

Em 2016 a capacidade instalada de geração de energia no Brasil chegou a 150,4 GW, aumento de 9,5 GW em relação a 2015, segundo dados do Ministério de Minas e Energia (MME). No país, o mercado de geração de energia elétrica é regulado e integrado. O desenvolvimento de projetos e o uso e a venda de energia podem ser conduzidos pelo Governo Federal ou por terceiros, por meio da outorga de concessões, permissões ou autorizações. Nos últimos anos o governo tem adotado medidas para incentivar o investimento privado e estrangeiro, ampliando a concorrência e diminuindo a participação de concessionárias controladas pelo poder público. 80,6% da capacidade instalada total do Brasil é de renováveis como enquanto no mundo o indicador é de apenas 33%.
 
1995
Entram em vigor a Lei de Concessões e a Lei nº 9.074, que estabelece normas para outorga e prorrogação das concessões de serviços públicos existentes e desverticalização dos serviços de energia elétrica – geração, transmissão e distribuição. 
 
1996
Instituição da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
 
1998
Passa a vigorar a Lei do Setor Elétrico, com o objetivo de reformar a estrutura básica do setor elétrico.
 
2001
O país enfrenta uma grave crise energética.
 
2004
Criação da Lei do Novo Modelo do Setor Elétrico. 
 
2012/2013
Edição da MP nº 579, posteriormente convertida na Lei nº 12.783/2013, que prevê a renovação antecipada de contratos de concessão de empresas geradoras e transmissoras em contrapartida à regulação de preços pela Aneel – a consequência foi a redução em 20% das tarifas elétricas. 
 
2014
As empresas do setor vivem um momento de instabilidade, com a redução das tarifas e o baixo nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas – agravados pela seca, principalmente no Sudeste.
 
2015
Ministério de Minas e Energia (MME) aprova o Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE 2024), que prevê investimentos de até R$ 1,4 trilhão nos próximos dez anos. 
 
2016 
Usina Hidrelétrica Itaipu volta a ser a maior em produção anual de energia elétrica, ultrapassando a Usina Três Gargantas, na China.
 
2017
MME apresenta proposta de licitação de 35 lotes de linhas de transmissão de energia em 17 estados, com investimentos de R$ 12,8 bilhões. Iniciativa faz parte do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), do Governo Federal.
 

Rodovias

A Triunfo figura como uma das empresas de maior expressão nesse segmento. São 2140,5 km de rodovias administrados por meio de cinco concessionárias: Concer, Triunfo Concepa, Triunfo Concebra, Triunfo Econorte e Triunfo Transbrasiliana.
 
O segmento de concessões rodoviárias ganhou destaque em função da retomada das licitações tanto pelo Governo Federal quanto pelos estaduais. De acordo com a Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR), a extensão das estradas com tráfego pedagiado aumentou 67,8% nos últimos dez anos, alcançando 19.463 quilômetros, operados por 59 concessionárias. Em 2017 o fluxo pedagiado de veículos nas estradas com pedágio cumulou crescimento de 1,9%. 
 
Década de 1990
Edição de leis, decretos e portarias que permitiram delegar a exploração das estradas a empresas privadas. 
O Governo Federal institui o Programa de Concessão de Rodovias Federais, abrangendo 11.191 quilômetros de rodovias.
 
2001
Criação da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), responsável pela regulação das concessões.
 
2012
As concessões rodoviárias ganharam destaque no Programa de Investimentos em Logística (PIL), lançado pelo Governo Federal. O PIL prevê licitação para 7 mil quilômetros de estradas federais, com investimentos totais estimados em R$ 46 bilhões.
 
2013
Cinco dos nove lotes incluídos no PIL foram leiloados, somando 4.248 quilômetros concedidos. Um dos lotes, que compreende um trecho de 1.176,5 quilômetros nas BRs 060, 153 e 262, foi arrematado pela Triunfo em dezembro de 2013 e hoje é administrado pela Triunfo Concebra.
 
2014
Anúncio de um novo lote de concessões rodoviárias, que prevê a concessão de 2.625 quilômetros de rodovias, dos quais 2.282 quilômetros deverão ser duplicados.
 
2015
Programa de Investimentos em Logística do Governo Federal prevê concessão de 16 trechos de rodovias, somando R$ 152,5 bilhões nas áreas.
 
2016
Governo inclui 16 trechos de rodovias em privatizações. Edital da BR-163, no Pará, é o primeiro a ser concluído. 
 
2017
Ministério dos Transportes relaciona seis projetos de concessões em rodovias para o Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). 
 
2018
Governo Federal informa que pretende licitar entre 3 mil e 4 mil quilômetros de rodovias em 2018.

 

2 de Fevereiro de 2018